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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Gênero: Crônica 9º ano B

Crônica
Características

            A crônica tem como estilo uma narrativa breve, sem aprofundamento da análise, com abordagem reflexiva, subjetiva e comunicativa, que conta ou comenta histórias da vida cotidiana.
            Histórias que podem ter acontecido com você, com algum colega seu ou até mesmo com alguém da sua família. Mas uma coisa é acontecer e outra é escrever sobre esse fato.
            Na leitura de algumas crônicas, você pode notar como esse tipo de narração ganha um interesse especial.
            Seus personagens são definidos apenas quanto ao momento da ação, falando-se muito pouco sobre eles.
            O desenvolvimento da crônica está intimamente ligado ao espaço aberto, principalmente na imprensa. Pode apresentar-se ora humoristicamente, ora dramaticamente, mas quase sempre com sátiras, porque revela a intimidade de personalidades famosas do mundo, sobre quem o leitor sempre quer saber mais alguma coisa, de preferência íntima, particular, secreta.
            Atualmente é comum alguns jornais e revistas publicarem textos de cronistas bem conceituados, como Luís Fernando Veríssimo, Carlos Heitor Cony, entre outros.

TIPOS DE CRÔNICAS

A crônica literária começou a despertar interesse no Brasil na época do Romantismo, quando se referia à vida urbana de nossos maiores centros ou tratava de matéria política. Mas a renovação de seu conceito se fez sentir mais modernamente. Além de ser artigo de jornal, registra os fatos, as novidades ou até seus comentários, pela penetração em problemas psicológicos e pelo abandono dos assuntos da vida mundana de camadas mais elevadas.

1- Crônica narrativa: Conta episódios cativantes cuja trama envolve muita ação, poucas personagens e um desfecho imprevisível. Esse tipo de crônica pode apresentar teor anedótico, crítico ou lírico.

2- Crônica lírica ou poética: Apresenta uma linguagem poética e metafórica. Nela predominam emoções, os sentimentos (paixão, nostalgia, saudades), traduzidos numa atitude poética.

3-Crônica reflexiva: O autor tece reflexões filosóficas, isto é, analisa os mais variados assuntos do cotidiano através de impressões e inferências.

4- Crônica metalinguística: É a crônica que fala do próprio ato de escrever, o fazer literário, o ato da criação.

5-Crônica humorística: São sátiras da vida em sociedade, ampliando seus problemas de forma caricatural para reduzi-los ao humor.

6- Crônica Dissertativa: Opinião explícita, com argumentos mais "sentimentalistas" do que "racionais" (em vez de "segundo o IBGE a mortalidade infantil aumenta no Brasil", seria "vejo mais uma vez esses pequenos seres não alimentarem sequer o corpo"). Exposto tanto na 1ª pessoa do singular quanto na do plural

7- Crônica Descritiva: É o tipo de crônica que explora a caracterização de seres animados e inanimados num espaço. Preciso como uma fotografia ou dinâmico como um filme.

8- Crônica Jornalística: É a crônica que apresenta aspectos particulares de notícias ou fatos. Pode ser policial, esportiva ou política.

9- Crônica Histórica: É a crônica baseada em fatos reais ou fatos históricos.

10- Crônica narrativo-descritiva: Quando um texto alterna momentos narrativos com flagrantes descritivos, temos uma abordagem narrativo- descritiva. Dessa forma, as ações detêm-se para que o leitor visualize, mentalmente, as imagens que a sensibilidade do autor registra com palavras. O que se observa no texto assim qualificado é a predominância da sucessão de ações sobre as inserções descritivas.

11- Crônica-comentário: Cercando-se de impressões críticas, com ironia, sarcasmo ou humor, a crônica-comentário resulta num texto cujo ponto forte são as interpretações do autor sobre um determinado assunto, numa visão quase jornalística.

12- Crônica-ensaio: Apesar de ser escrita em linguagem literária, ter uma veia humorística e valer-se inclusive da ficção, este tipo de crônica apresenta uma visão abertamente crítica da realidade cultural e ideológica de sua época, servindo para mostrar o que autor quer ou não quer de seu país. Aproxima-se do ensaio, do qual guarda o aspecto argumentativo.


O Gênero Memórias Literárias


( Memórias e Escola) Autoras:  Anna Helena Altenfelder  e  Regina Andrade Clara
O Trabalho com Memórias Que o Escrevendo o Futuro parágrafo propõe como Escolas resgatar Procura, Por Meio do Encontro com como Memórias de PESSOAS Mais Velhas, a História da Comunidade Onde Vivem essas PESSOAS.

O Trabalho com Lembranças oferece hum Meio Eficiente de VINCULAR o Ambiente los Opaco como children Vivem um hum Passado Mais Amplo e alcançar UMA Percepção viva do Passado, o quali Passa a Ser Localidade: Não somente conhecido, mas SENTIDO pessoalmente. Por ISSO, O Trabalho com a Memória da Comunidade Localidade: Não PODE SE Restringir à Recuperação de hum Passado Morto e Enterrado Dentro de UMA Abordagem Pitoresca UO nostálgica, Como se assim o Que JÁ Passou fossa bom e tivesse valor. Trata-se, os antes, de resgatar Memórias vivas das PESSOAS Mais Velhas Opaco, Passadas continuamente como Gerações Mais Novas pelas Palavras, Pelos Gestos, Pelo Sentimento de Comunidade de Destino, ligam OS moradores de hum Lugar. 

Recuperar História ESSA, Entre OUTRAS Coisas, estimula Professores e Alunos a se tornarem companheiros de Trabalho, permite mostrar o valor de PESSOAS Que Vem da maioria Desconhecida do povo, Traz A História parágrafo Dentro da Comunidade AO MESMO ritmo los Opaco extrai História de Dentro dela , propicia o Contato Entre Gerações e PODE Gerar hum Sentimento de pertencer AO Lugar Onde se vive, CONTRIBUINDO parágrafo a Formação de Seres Humanos Mais completos e um par Constituição da cidadania.

Os Processos da Memória

Em Nosso cotidiano, when acionamos a Memória, ESTAMOS Semper Fazendo UMA Relação Entre o Que ESTA acontecendo ágora EO Que JÁ Aconteceu. Ou SEJA, à memória fazer Opaco JÁ ESTA Aconteceu Semper Presente não acontecendo Opaco ESTA. São Exemplos Desse Fato: lembrar-se fazer Opaco nao tem nenhum Armário da Cozinha parágrafo ri Fazer Compras nenhum supermercado, lembrar-se fazer Itinerário par ir a sândalo Lugar, lembrar-se fazer Opaco JÁ ESTA Feito los Nosso Trabalho n Comecar UMA outra Etapa , etc A Há OUTRAS situations that los um POR Memória onda Meio de perguntas Que fazemos UO Opaco FAZEM parágrafo NÓS e Opaco nn remetem AO Passado. Em OUTROS momentos, à memória E despertada POR UM Objeto, um cheiro, UMA situacao. Ao utilizar a Memória, de sempre fazemos hum jogo do "ágora" com o "Ontem", que "Aqui" com o "lá".

Escrever Memórias   

Rememorar PODE serviços corriqueiro algoritmo, Que fazemos SEM Sentir UO Pensar. A Há momentos, porem, EM Que nossas Memórias São provocadas POR situations de Comunicação Mais formais, Como em entrevista uma, POR Exemplo, EM UM depoimento Opaco se Dá sobre hum Fato Opaco atingiu a Comunidade. A Linguagem Opaco usamos nessas situations, OU SEJA, OS generosidade utilizados parágrafo rememorar, also São Mais formais. São Exemplos: a Escrita de hum Relatório de Trabalho, de hum Currículo, de hum Questionário de serviços respondido n'uma consulta medica, uma Escrita de UMA Biografia UO de hum Livro de Memórias Literárias.

O GENERO Memórias Literárias

Memórias Literárias São Textos produzidos POR Escritores Que dominam o ato de escrever Como arte e revivem UMA Época POR SUAS Meio de Lembranças Pessoais. ESSES Escritores de São Paulo, em Geral, Convidados POR Editoras parágrafo narrar SUAS Memorias de hum MoDo literário, IstoÉ, Emoções buscando Despertar estéticas não Leitor, PROCURANDO Leva-lo a compartilhar SUAS Lembranças de UMA forma Vivida. Pará ISSO, OS Autores Usam uma Língua com Liberdade e Beleza, preferindo o SENTIDO figurativo das Palavras, Entre OUTRAS Coisas. Nessa situacao de Produção, Própria fazer Memórias Literárias GENERO, TEMOS alguns Componentes de Fundamentos:

o     hum Escritor Capaz de narrar SUAS Memorias de hum MoDo poético, literário;
o     hum editor disposto a PUBLICAR Memórias essas;
o     Leitores Opaco buscam hum Encontro emocionante com o Passado narrado Pelo autor, com UMA determinada Época, com OS Fatos marcantes Opaco Nela ocorreram e com o Modo Como cessos Fatos São interpretados artisticamente Pelo Escritor.
A situacao de Comunicação na quali o Gênero Memórias Literárias E Produzido Marca o Texto. O autor escreve com a Consciência de Que Precisa encantar o Leitor com Seu relato e Opaco Precisa atender a exigências CERTAS fazer editor, Como number of Páginas, Tipo de Linguagem (MAIS OU Menos sofisticada, Por Exemplo, dependendo da Clientela Opaco o editor Procura atingir ).

O Escritor de Memórias Literárias

O Escritor de Memórias Literárias TEM um capacity de Recuperar SUAS Experiências de Vida, verbalizando-as POR UMA Meio de Linguagem na quali E Autoridade. Mais fazer Opaco lembrar o Passado los Opaco viveu, o memorialista narra SUA História, desdobrando-se autor e narrador los-Personagem. São Exemplos de Autores Que escreveram SUAS Memórias Gabriel Garcia Marques e Zélia Gattai, a Só Para citar Dois Mais récentes.

A MEDIDA Opaco escreve Seu Texto, o Escritor-autor-narrador organiza como Vivências rememoradas e como interpretação, usando UMA Linguagem Específica - uma Literária. NAS Memórias Literárias, o Opaco E contado Localidade: Não ê uma Realidade Exata. A Realidade Dá Sustentação AO Texto Escrito, mas ESSE Texto e constituído, also, POR UMA Dose Certa de inventividade. Por hum Lado, como Memórias Literárias se aproximam dos Textos Históricos when narram uma Realidade Vivida; POR Outro Lado, aproximam-se fazer o romance o Porque resultam de hum Trabalho literário.

Como JÁ SE Disse Acima, AO escrever Memórias SUAS, o autor se desdobra los narrador e Personagem, num Jogo literário Muito sutil, narrando OS Fatos de UMA Época, olhando-a do Ponto de vista de Observador Geral dos momentos Que narra, mas also olhando Para Si MESMO Como Personagem Que viveu OS acontecimentos narrados, recriados pelas Lembranças SUAS e dos Outros. E Possível reconhecer when o autor se Colocasia Como narrador das Memórias Pelo OSU da Primeira Pessoa: "eu me Lembro", "vivi NUMA Época que ...". PODEMOS reconhecer O narrador-Personagem NAS Memórias when o autor descreve SUAS Sensações e Emoções narrando Fatos dos cais Quais d'Orsay elemento E o Centro, Mas Que envolvem To Us Link Personagens Das Memórias. Exemplos Veja OS, retirados de "Viver parágrafo CONTAR", de Gabriel Garcia Márquez: "Minha Mãe Disse ASSIM:.` Que bom Que Você. ficou amigo de Seu pai '"e" O zelador riu da Minha Inocência ". QUANDO E narrador, o autor Fala das Lembranças Como hum TODO; QUANDO E narrador-Personagem, Fala de si, muitas Vezes Pela Voz de OUTROS Personagens Opaco evocação.
         
            Como, AO utilizar a Memória, de sempre se FAZ UM jogo do "ágora" com o "Ontem", que "Aqui" com o "lá", o Texto narrado Ficara MARCADO POR ESSE Vai e Vem, com UMA Contínua comparação do Passado com o Presente. Uma Vez Que o autor lembra, elemento EUA verbos Opaco expressam o ato de lembrar de para mostrar ESSE Vai-e-VEM da Memória: "rememorar", "reviver", "rever". ESSES verbos São Usados, ora não Presente ("Eu me Lembro ..."), ora não pretérito ("Eutásia lavava e passava Minhas Roupas ..."). EUA pronomes possessivos UO oblíquo da Primeira Pessoa: "Minha Casa Naquela Época ...", "carpinteiro Meu Avô Que era ...", "Lembro-me com saudade ...", "Fizeram-me jurar que ... ". O autor, Por Exemplo, retoma Palavras utilizadas na Época evocada (vitrola, flertar), EUA expressões Opaco ajudam a localizar o Leitor não Momento los Que OS Fatos ocorreram ("Naquele tempo", "Em 1942"). Disso de Além, elemento Traz Para O Texto falas, Vozes de OUTRAS Personagens ("D. Mariquinha dizia Que moça de Família Localidade: Não desvio se pintar"), muitas Vezes los forma de Diálogos Opaco movimentam e animam o Texto.


O Aluno autor de Memórias Literárias


         Narrar Memórias E UMA Habilidade Que se Aprende. DEPOIS de recolher Memórias das PESSOAS Mais Velhas da Comunidade, Os Alunos PODEM Reconstruir / Recriar essas Memórias, SEM precisar Fazer UMA Transcrição Exata da Realidade, POIs o ato de narrar è sempre UMA Criação. QUANDO SE narra hum Acontecimento de forma Literaria, o imaginário narrador fazer Atua sobre como Memórias recolhidas Transformando-as. Ao Transforma-las PROCURANDO Dar-lhes Uma "Vida" da quali o Leitor POSSA compartilhar, ó narrador Destaca alguns Aspectos MAIS envolventes e OUTROS Suprime.

      A aventura de escrever Memórias Literárias E UMA Experiência Muito rica. Um Princípio parece Localidade: Não Ser Fácil, mas, com a Ajuda do Professor, Os Alunos poderão Aprender a Ler e escrever ESSE Gênero de Texto Tão Importante parágrafo SUA Formação.





Atividade

segunda-feira, 17 de março de 2014

Atividade de sondagem ( 9º ANO)

COORDENATIVAS

As conjunções coordenativas são dividas em cinco classes: 
a)  Aditivas: são responsáveis por relacionar pensamentos similares. São: e (une afirmações) e nem (une negações).
O movimento está completo por alunos e professores.
O candidato não veio, nem justificou sua ausência. 
b) Adversativas: são responsáveis por relacionar pensamentos contrastantes. A conjunção mais conhecida é mas, entretanto, há outras com valor adversativo que indicam uma concessão atenuada. A saber: porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto.
Gosto de pizza, mas prefiro macarrão.
Quero muito ir contigo, entretanto, estou com medo de me precipitar. 
c)  Alternativas: são responsáveis por relacionar pensamentos que se excluem. As conjunções alternativas são: ou (repetido ou não), ora... ora, nem, quer... quer, seja etc.
Ou você estuda, ou você trabalha.
Ora eu te queria, ora não queria. 
d) Conclusivas: as conjunções conclusivas têm a função de unir uma oração a outra com o objetivo de apresentar uma conclusão ou consequência. São elas: pois (após o verbo), assim, então, logo, portanto, por isso.
Penso, logo existo.
Foi aprovado no processo seletivo, por isso ganhará uma viagem. 
e)  Explicativas: são as conjunções responsáveis por relacionar pensamentos em sequência justificativa, de tal modo que a segunda frase explica a primeira. São elas: que, porque, pois (antes do verbo),porquanto.
Ande logo, que estou atrasado.
Espere um pouco, porque não demoro. 



COORDENATIVAS
As conjunções coordenativas são dividas em cinco classes: 
a)  Aditivas: são responsáveis por relacionar pensamentos similares. São: e (une afirmações) e nem (une negações).
O movimento está completo por alunos e professores.
O candidato não veio, nem justificou sua ausência. 
b) Adversativas: são responsáveis por relacionar pensamentos contrastantes. A conjunção mais conhecida é mas, entretanto, há outras com valor adversativo que indicam uma concessão atenuada. A saber: porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto.
Gosto de pizza, mas prefiro macarrão.
Quero muito ir contigo, entretanto, estou com medo de me precipitar. 
c)  Alternativas: são responsáveis por relacionar pensamentos que se excluem. As conjunções alternativas são: ou (repetido ou não), ora... ora, nem, quer... quer, seja etc.
Ou você estuda, ou você trabalha.
Ora eu te queria, ora não queria. 
d) Conclusivas: as conjunções conclusivas têm a função de unir uma oração a outra com o objetivo de apresentar uma conclusão ou consequência. São elas: pois (após o verbo), assim, então, logo, portanto, por isso.
Penso, logo existo.
Foi aprovado no processo seletivo, por isso ganhará uma viagem. 
e)  Explicativas: são as conjunções responsáveis por relacionar pensamentos em sequência justificativa, de tal modo que a segunda frase explica a primeira. São elas: que, porque, pois (antes do verbo),porquanto.
Ande logo, que estou atrasado.
Espere um pouco, porque não demoro. 

SUBORDINATIVAS 

As conjunções subordinativas são classificadas em:
a)  Causais: as conjunções que subordinam uma oração a outra explicitando uma relação de causa com a oração a qual se subordina. São elas: que, porque, porquanto, como, já que, desde que, pois que, visto como, uma vez que etc.
Gosto de você porque me apaixonei. 
b) Concessivas: conjunções que se referem a um acontecimento contrário ao apresentado na oração principal. São elas: embora, mesmo que, ainda que, conquanto, posto que, se bem que, apesar de, mesmo quando etc.
Fui ao shopping, embora não me agradasse.
Todos votarão, apesar de não confiarem em nenhum candidato.
c) Condicionais: representam a condição sem a qual o fato da oração principal não se realiza. São elas:se, caso, contanto que, sem que, uma vez que, dado que, desde que, salvo se etc.
Irei ao show, se puder.
Se você não for aprovado, não viajará conosco.
d) Conformativas: representam conformidade em relação ao fato enunciado na primeira oração. São elas:conforme, como, segundo, consoante.
Segundo o autor, esse é o conceito a ser defendido.
O acerto trabalhista foi feito conforme o combinado. 
e)  Comparativas: apresentam uma comparação ou confronto de ideias entre orações. São elas: que, do que (relacionado a mais, menos, menor, maior, melhor, pior), qual (relacionado a tal), como (relacionado atal, tanto, tão, assim como, bem como), como se etc.
Suco de laranja é mais saboroso que suco de maçã.





Você foi como uma tempestade em minha vida.
f) Consecutivas: expressam uma ideia de consequência. São elas: que (relacionado com tal, tão, tanto, tamanho), de modo que, de maneira que, de sorte que, de forma que.
Ele era tão alto, que podia alcançar as estrelas.
Quase ninguém vai ao teatro, de modo que o setor está em crise.
g) Finais: exprimem a finalidade dos fatos apresentados na oração principal. São elas: para que, a fim de que, porque, que etc.
Ela omitiu para que não fosse encontrada.
Expliquei todo o conteúdo a fim de que fossem bem na atividade. 
h)    Proporcionais: indicam proporção entre os fatos das orações (principal e subordinada). São elas: à medida que, à proporção que, ao passo que etc.
Quanto mais conheço as pessoas, mais amo meu cachorro.
Meu carinho cresce à medida que convivemos. 
i) Temporais: exprimem tempo e circunstância em relação à oração principal. São elas: quando, apenas, mal, até que, assim que, antes que, depois que, logo que, tanto que etc.
Mal sentou, já levantou.
Enquanto a professora explicava, Joãozinho fazia piadas. 
j)  Integrantes: a conjunção que é utilizada para afirmação certa e se é usada para afirmação incerta.
Percebi que alguém esteve aqui antes de nós.
Não vi se ele já saiu. 


 EXERCÍCIOS:

1. Classifique as conjunções destacadas nas frases abaixo:

a) Hoje estou com um humor péssimo, 
porque briguei com mamãe.

b) 
Quando acordei, minha bolsa havia sumido.

c) 
Conforme eu já sabia, tirei nota baixa.

d) 
Ainda que eu sofra, não voltarei.

e) 
Caso você saia, feche a porta. 

f) Estudei o assunto, 
mas não entendi nada. 

g) Li 
e reli o livro.

h) 
Ou você me engana ou não está maduro.

i) Não só se atrasou, 
mas também esqueceu  o trabalho de português.

j) 
À proporção que estuda, mais aprende.   


2. Em: “... ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas...” a partícula como expressa uma ideia de: 


a) causa 
b) explicação 
c) conclusão 
d) proporção 
e) comparação
3.  “Entrando na faculdade, procurarei emprego”, oração sublinhada pode indicar uma idéia de: 


a) concessão 
b) oposição 
c) condição 
d) lugar 
e) consequência 


4. Assinale a sequência de conjunções que estabelecem, entre as orações de cada item, uma correta relação de sentido. 

1. Correu demais, ... caiu. 
2. Dormiu mal, ... os sonhos não o deixaram em paz. 
3. A matéria perece, ... a alma é imortal. 
4. Leu o livro, ... é capaz de descrever as personagens com detalhes. 
5. Guarde seus pertences, ... podem servir mais tarde. 

a) porque, todavia, portanto, logo, entretanto 
b) por isso, porque, mas, portanto, que 
c) logo, porém, pois, porque, mas 
d) porém, pois, logo, todavia, porque 
e) entretanto, que, porque, pois, portanto 

5.  Reúna as três orações em um período composto por coordenação, usando conjunções adequadas. 

Os dias já eram quentes. 
A água do mar ainda estava fria. 
As praias permaneciam desertas. 


Textos para interpretação


I Unidade: A aprendizagem dos afetos

Como dizia Exupéry: Cativar é criar laços.
Portanto, que nesse ano que se inicia, nos esforcemos para criar ou ampliar nossos alunos, pois mais importante que tornar nossos alunos críticos, atuantes é torná-los humanos.

De volta às aulas

Após um descanso merecido, iniciamos o ano letivo com muito vigor e entusiasmo.A jornada pedagógica contribuiu para isso. Após estudos sistematizados, o eixo temático para a I unidade será: " A escola que temos e a escola que queremos".Para a primeira semana ficou reservado a realização de oficinas para investigar a escola que nosso alunado deseja e a construção dos nossos combinados.