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terça-feira, 8 de setembro de 2015

ANÁLISE DA OBRA: O PEQUENO PRÍNCIPE

                           Colégio:__________________________________________________________
     Aluno (a):____________________________________Data:____/09/15    8º Ano D

                             INTERPRETAÇÃO DA OBRA: O PEQUENO PRÍNCIPE              

1) Trabalhando sobre o filme:

a) Onde acontece a história?
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b) Se você fosse um personagem, qual gostaria de ser? Por quê?
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c) Em sua opinião, em qual planeta o príncipe aprendeu mais lições? Porque?
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d) Em sua opinião, com que tipo de pessoa poderia comparar...
 o piloto:__________________________________________________________________
o Geógrafo:______________________________________________________________
 o homem de negócios:_____________________________________________________
a rosa:__________________________________________________________________
a raposa:________________________________________________________________
a serpente:_______________________________________________________________
o rei:____________________________________________________________________
O Pequeno Príncipe:________________________________________________________

e) Escreva virtudes que você percebeu nestes personagens:

Principezinho:_____________________________________________________________
Piloto:____________________________________________________________________
Raposa:__________________________________________________________________

f) O final da história transmite que:

(  ) o tempo, a distância e a ausência jamais farão esquecermos das pessoas significativas em nossas vidas.
(  ) as pessoas são significativas em nossas vidas somente quando estão juntas conosco.

g) Escreva outras mensagens que o filme transmitiu para nossa vida:
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h) Escreva outro final para a história:
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Os Pronomes Relativos e a Coesão Textual (9º ano A/B/C)

“Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que deu e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito de um galo antes e o lance a outro (…) para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos.” ( João Cabral de Melo Neto)

Depois de falar sobre os pronomes demonstrativos há duas semanas, discutiremos os pronomes relativos e suas especificidades. Devemos lembrar que, tal qual os pronomes anteriormente citados, os pronomes relativos ajudam a estruturar  períodos de forma coesa  e estão presentes nos períodos compostos por mais de uma oração.
Vamos reconhecê-los?
Utilizaremos uma pequena tabela  para visualizá-los melhor.
Os exemplos a seguir irão mostrar o quanto  a presença, ou a ausência, dospronomes relativos ajudam, ou comprometem,  uma construção textual.
Observe.
Ex: Esta é a profissão de que gosto. (= Esta é a profissão. Gosto desta profissão.)
Perceba que a presença do pronome relativo QUE torna os períodos enxutos e conectados entre si, enquanto que a ausência  dele deixará que a repetição de termos no
período se torne inevitável. Então sua importância está, principalmente, nesse particular.
Todos os  pronomes relativos referem-se ao termo anteriormente citado. A exceção  para essa característica fica somente para o pronome relativo CUJO ( e suas variações) que se refere ao termo posteriormente citado.
Vejamos alguns exemplos.
1- Ex: Essas são as casas  a cujas janelas eu me referi. ( cujas se refere  ao nome janelas)
Lembrete:   o pronome relativo CUJO e variações não terão  a
companhia de artigos.
2- Ex: Vi a garota sobre quem se falou durante as férias. (quem se refere à  palavra garota)
Lembrete: o pronome relativo QUEM será utilizado quando se referir a pessoas.
3- Ex: Os consultórios para os quais presto serviço,  ficam em Salvador.
Lembrete: os pronomes relativos QUAL/ QUAIS são sempre precedidos  de artigos.
4- Ex: O bairro onde ele mora fica longe do centro da cidade.
5- Ex: Naquele instante, quando todos se entreolharam, ficou uma sensação de tristeza.
6- Ex: O modo como eles me trataram me deixou intrigada.
Lembrete: os pronomes ONDE, QUANDO e COMO são empregados para indicar lugar, tempo e causa,  respectivamente.
7- Ex: Você é a funcionária em quem mais confio.
Lembrete: o pronome relativo  antecedido de preposição  obedece à regência do verbo presente na oração. Portanto, dê-lhe uma atenção especial,  a preposição antecedente  ao pronome relativo será a mesma que o verbo exige.

Fonte:http://www.ibahia.com/a/blogs/portugues/2014/04/26/1900/

VOZES DO VERBO (8º C ANO)

O conceito de voz verbal está relacionado com critérios semânticos, ou seja, para determinar a voz é necessário saber quem realiza a ação verbal: se o sujeito (caso de voz ativa) ou se o agente da passiva (caso de voz passiva). 

Voz ativa
Meu pai leu o jornal .
(Meu pai é o sujeito agente - aquele que faz a ação - ler o jornal.)

Voz passiva
O jornal foi lido pelo meu pai.
( O jornal é Sujeito paciente - aquele que recebeu a ação - nesse caso, a ação é produzida pelo agente da passiva que é meu pai.)

Voz passiva analítica - 
é formada com o auxílio de um verbo auxiliar conjugado seguido de um verbo transitivo direto ou transitivo direto e  indireto no particípio.

Esta questão foi anulada pela banca examinadora.

Voz passiva Sintética- é formada com um verbo transitivo direto ou transitivo direto e  indireto na 3a. pessoa do singular ou plural + pronome apassivador se.

Anulou-se a questão.
(verbo na 3a. pessoa do singular + Partícula apassivadora)

Voz reflexiva
Meu pai barbeou-se pela manhã.
(Meu pai é sujeito agente, mas também paciente, pois faz a ação de barbear-se e ficar barbeado.)

Voz reflexiva recíproca
Os meus pais beijaram-se amorosamente.
(Os meus pais produziram a ação mutuamente. Nesse caso, o pronome oblíquo se equivale a um ao outro.)

Agente da passiva  é o termo que, na voz passiva analítica, pratica a ação expressa pelo verbo. É um termo obrigatoriamente regido por preposição.
Muitos livros foram doados pela população.
( Muitos livros - sujeito paciente. A população - agente da passiva.)




ADVÉRBIO (7º ANO A)

Advérbio

.Classe invariável que expressa circunstâncias.

Os advérbios se ligam a verbos, adjetivos ou outros advérbios.

Ex.:"O aluno estudou muito".(advérbio ligado ao verbo estudou),
"A mesa estava muito brilhante".(advérbio muito ligado ao adjetivo brilhante),
"O trabalho ficou pronto muito tarde".(advérbio ligado ao advérbio tarde)

Algumas circunstâncias expressas pelos advérbios:

• Tempo (sempre, amanhã...)
• Lugar (aqui, ali...)
• Modo (amavelmente, rapidamente...)
• Intensidade (tão, muito...)
• Afirmação (sim, realmente...)
• Negação (nem, não...)
• Dúvida (provavelmente, talvez...)
Locução adverbial

Duas ou mais palavras com valor de advérbio. Ex.: Rubens estava morrendo de medo. ( locução adverbial que expressa a circunstância de causa);

A bela mulher apareceu na porta. (locução adverbial que expressa a circunstância de lugar)



Atenção

Não procure decorar os advérbios ou locuções adverbiais. O que faz com que uma palavra pertença a uma classe é a relação que ela estabelece com as outras.

Por exemplo, a palavra meio pode ser advérbio, mas nem sempre o será.

Veja:

"Estava meio atrasado" (advérbio)
"Resolvi dar meia volta" (numeral)
"O meio universitário era favorável para a disseminação daquelas idéias" (substantivo)
Fonte: http://apostilaportugues.blogspot.com.br/2011/02/adverbio.html

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Memória Literária: Como nos velhos tempos ( 8º ano C)

Como nos velhos tempos
(Aluna: Taynara Leszcgynski)

Os momentos passam, as pessoas se vão, a vida muda, o progresso aumenta, e de minha tão amada época só ficaram lembranças. Minha casa era pequena, um berço de humildade, construída com madeira lascada de pinheiro, não existia energia elétrica, tínhamos apenas um lampião de querosene. Éramos pobres, mas vivíamos num lar feliz, apesar das dificuldades em até conseguir o que comer.
No quintal havia um paiol onde guardávamos o pilão, feito de um tronco de madeira maciça escavada, onde socávamos amendoim para fazer paçoca. Tinha também o monjolo d’água e a jorna, que usávamos para fazer farinha e quirera.

Sempre após as chuvas minha mãe ia plantar na horta. Eu a acompanhava, levando a enxada, para ajudar a capinar. O cheiro de terra molhada e o azul do céu se misturavam com as cores dos ipês, despertando magia, e formavam uma aquarela de fantasia, que tomava minha mente e fazia de mim um pássaro, um menino livre, pronto para realizar meus sonhos.
Mal via a hora de chegar o domingo, reunir meus amigos, esquecer do mundo e brincar.Nossas brincadeiras eram simples, porém muito divertidas. Brincávamos de trilha, búlica, esconde-esconde, pular corda, lenço atrás, peteca feita com pena de galinha e palha de milho, bocha com bola feita de tronco de varaneira e carrinhos feitos de tabuinhas.
Às vezes meu pai e minha mãe iam passear à casa de meus avós. Eu e meus irmãos íamos junto. A viagem durava o dia inteiro, o percurso era longo, a estrada, cercada por uma bela mata ainda pura. Quando a escuridão já tomava seu lugar, chegávamos. A lua clareava o céu, meu pai fazia uma fogueira no meio do terreiro, eu e meus irmãos puxávamos uns bancos e sentávamos todos em volta da fogueira, observando as estrelas e escutando as piadas, prosas e causos contados por meu avô.

Quando alguém adoecia, minha avó preparava seus chás; se não estivessem fazendo efeito, meu pai calçava alpargatas e esporas, colocava os arreios no cavalo, e saía a galopar em busca de curandeiros ou benzedeiras. Para ir mais rápido, ele e seu tordilho iam pelos carreiros do meio da mata, percorriam longos caminhos até chegar ao destino.
Em meio a tantas dificuldades, até hoje moro na cidade de Santa Maria do Oeste, as barreiras aos poucos foram sendo enfrentadas e, com muita luta, vencidas.
De minha juventude, recordo-me bem; jogava truco e pife nos torneios. Nos bailes, chimangos e quermesses podiam se ver todos os rapazes e as mocinhas embalados pelo vaneirão e fandango. Eu tocava gaita, sanfona, fazia chorar a viola, fazia gemer o fole da cordeona. Minha felicidade era ver a animação do povo, cantando, dançando, divertindo-se.

Hoje minha alegria é sentar no banco da varanda e tomar meu chimarrão. O vento assovia e traz a saudade que me faz lembrar de minha querência, de minhas raízes, de minha religião.
Lembranças que estavam adormecidas aos poucos vão despertando e renascendo em mim como em um filme. A magia se mistura com a saudade e por um instante sinto como se ainda fosse criança. Mas eis que um forte impulso me puxa. É a realidade que me avisa: “O passado não vai voltar”. Vejo então que toda essa fantasia é fruto da imensa saudade queteima em me perseguir.
E, como dizia uma velha música, “meu chapéu é de palha, meu chicote é de couro. Sim, sou caipira filho de canarinho, neto de sabiá”. Guardo essas minhas histórias em minha memória dentro de meu coração, pois espero que nossa cultura não morra e que se renove de geração para geração. Coisa rara em meio a tantas evoluções. Só desejo que o progressonão mate nossos sentimentos, nem domine nossos corações.

(Texto baseado na entrevista feita com o sr. José Leszcgynski, 66 anos.)
Professora: Julieta Maria Cartelli Simon
Escola: Colégio Estadual José de Anchieta • Cidade: Santa Maria do Oeste – PR

Após ler o texto, responda:


a)-  De quem é a história contada nesse  texto?
_

3.  Como era o lugar onde essa pessoa passou sua infância? Em que cidade e estado ficava?

4. Apesar da pobreza,  o menino  era feliz e tinha sonhos? Retire do texto um  trecho que justifique essa afirmativa.

5.O domingo era um dia especial, por quê?

6. Na visita aos avós, qual momento era especial para toda a família?

7. O que sabemos sobre a juventude do narrador?

8.No texto o narrador fala de uma vida cheia de lutas, mas também sobre suas alegrias ou felicidade. Cite dois motivos de alegria para cada etapa de sua vida:


9.Relacione o penúltimo parágrafo com o título.