Recitando e saboreando um banquete literário
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
terça-feira, 8 de setembro de 2015
ANÁLISE DA OBRA: O PEQUENO PRÍNCIPE
Colégio:__________________________________________________________
Aluno (a):____________________________________Data:____/09/15 8º Ano D
INTERPRETAÇÃO DA OBRA: O PEQUENO PRÍNCIPE
1) Trabalhando sobre o filme:
a) Onde acontece a história?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________
a) Onde acontece a história?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________
b) Se você fosse um personagem, qual gostaria de
ser? Por quê?
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c) Em sua opinião, em qual planeta o príncipe
aprendeu mais lições? Porque?
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__________________________________________________________________________________________________________________________________________________
d) Em sua opinião, com que tipo de pessoa poderia
comparar...
o piloto:__________________________________________________________________
o Geógrafo:______________________________________________________________
o homem de negócios:_____________________________________________________
a rosa:__________________________________________________________________
a raposa:________________________________________________________________
a serpente:_______________________________________________________________
o rei:____________________________________________________________________
O Pequeno Príncipe:________________________________________________________
o piloto:__________________________________________________________________
o Geógrafo:______________________________________________________________
o homem de negócios:_____________________________________________________
a rosa:__________________________________________________________________
a raposa:________________________________________________________________
a serpente:_______________________________________________________________
o rei:____________________________________________________________________
O Pequeno Príncipe:________________________________________________________
e) Escreva virtudes que você percebeu nestes
personagens:
Principezinho:_____________________________________________________________
Piloto:____________________________________________________________________
Raposa:__________________________________________________________________
f) O final da história transmite que:
( ) o tempo,
a distância e a ausência jamais farão esquecermos das pessoas significativas em
nossas vidas.
( ) as pessoas são significativas em nossas vidas somente quando estão juntas conosco.
( ) as pessoas são significativas em nossas vidas somente quando estão juntas conosco.
g) Escreva outras mensagens que o filme transmitiu
para nossa vida:
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
h) Escreva outro final para a história:
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Os Pronomes Relativos e a Coesão Textual (9º ano A/B/C)
Os pronomes relativos e a coesão textual
“Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que deu e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito de um galo antes e o lance a outro (…) para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos.” ( João Cabral de Melo Neto)
Depois de falar sobre os pronomes demonstrativos há duas semanas, discutiremos os pronomes relativos e suas especificidades. Devemos lembrar que, tal qual os pronomes anteriormente citados, os pronomes relativos ajudam a estruturar períodos de forma coesa e estão presentes nos períodos compostos por mais de uma oração.
Vamos reconhecê-los?
Utilizaremos uma pequena tabela para visualizá-los melhor.
Os exemplos a seguir irão mostrar o quanto a presença, ou a ausência, dospronomes relativos ajudam, ou comprometem, uma construção textual.
Observe.
Ex: Esta é a profissão de que gosto. (= Esta é a profissão. Gosto desta profissão.)
Perceba que a presença do pronome relativo QUE torna os períodos enxutos e conectados entre si, enquanto que a ausência dele deixará que a repetição de termos no
período se torne inevitável. Então sua importância está, principalmente, nesse particular.
período se torne inevitável. Então sua importância está, principalmente, nesse particular.
Todos os pronomes relativos referem-se ao termo anteriormente citado. A exceção para essa característica fica somente para o pronome relativo CUJO ( e suas variações) que se refere ao termo posteriormente citado.
Vejamos alguns exemplos.
1- Ex: Essas são as casas a cujas janelas eu me referi. ( cujas se refere ao nome janelas)
Lembrete: o pronome relativo CUJO e variações não terão a
companhia de artigos.
companhia de artigos.
2- Ex: Vi a garota sobre quem se falou durante as férias. (quem se refere à palavra garota)
Lembrete: o pronome relativo QUEM será utilizado quando se referir a pessoas.
3- Ex: Os consultórios para os quais presto serviço, ficam em Salvador.
Lembrete: os pronomes relativos QUAL/ QUAIS são sempre precedidos de artigos.
4- Ex: O bairro onde ele mora fica longe do centro da cidade.
5- Ex: Naquele instante, quando todos se entreolharam, ficou uma sensação de tristeza.
6- Ex: O modo como eles me trataram me deixou intrigada.
Lembrete: os pronomes ONDE, QUANDO e COMO são empregados para indicar lugar, tempo e causa, respectivamente.
7- Ex: Você é a funcionária em quem mais confio.
Lembrete: o pronome relativo antecedido de preposição obedece à regência do verbo presente na oração. Portanto, dê-lhe uma atenção especial, a preposição antecedente ao pronome relativo será a mesma que o verbo exige.
Fonte:http://www.ibahia.com/a/blogs/portugues/2014/04/26/1900/
Fonte:http://www.ibahia.com/a/blogs/portugues/2014/04/26/1900/
VOZES DO VERBO (8º C ANO)
O conceito de voz verbal está
relacionado com critérios semânticos, ou seja, para determinar a voz
é necessário saber quem realiza a ação verbal: se o sujeito (caso de voz ativa)
ou se o agente da passiva (caso de voz passiva).
Voz ativa
Meu pai leu o jornal .
(Meu pai é o
sujeito agente - aquele que faz a ação - ler o jornal.)
Voz
passiva
O jornal foi lido pelo meu pai.
( O jornal é Sujeito paciente -
aquele que recebeu a ação - nesse caso, a ação é produzida pelo agente da
passiva que é meu pai.)
Voz passiva analítica - é formada com o auxílio de um verbo auxiliar conjugado seguido de um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto no particípio.
Esta questão foi anulada pela banca examinadora.
Voz passiva Sintética- é formada com um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto na 3a. pessoa do singular ou plural + pronome apassivador se.
Anulou-se a questão.
(verbo na 3a. pessoa do singular + Partícula apassivadora)
Voz passiva analítica - é formada com o auxílio de um verbo auxiliar conjugado seguido de um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto no particípio.
Esta questão foi anulada pela banca examinadora.
Voz passiva Sintética- é formada com um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto na 3a. pessoa do singular ou plural + pronome apassivador se.
Anulou-se a questão.
(verbo na 3a. pessoa do singular + Partícula apassivadora)
Voz reflexiva
Meu pai barbeou-se pela manhã.
(Meu pai é sujeito agente, mas também paciente, pois faz a ação de barbear-se e ficar barbeado.)
Voz reflexiva recíproca
Os meus pais beijaram-se amorosamente.
(Os meus pais produziram a ação mutuamente. Nesse caso, o pronome oblíquo se equivale a um ao outro.)
Agente da passiva é o termo que, na voz passiva analítica, pratica a ação expressa pelo verbo. É um termo obrigatoriamente regido por preposição.
Muitos livros foram doados pela população.
( Muitos livros - sujeito paciente. A população - agente da passiva.)
Meu pai barbeou-se pela manhã.
(Meu pai é sujeito agente, mas também paciente, pois faz a ação de barbear-se e ficar barbeado.)
Voz reflexiva recíproca
Os meus pais beijaram-se amorosamente.
(Os meus pais produziram a ação mutuamente. Nesse caso, o pronome oblíquo se equivale a um ao outro.)
Agente da passiva é o termo que, na voz passiva analítica, pratica a ação expressa pelo verbo. É um termo obrigatoriamente regido por preposição.
Muitos livros foram doados pela população.
( Muitos livros - sujeito paciente. A população - agente da passiva.)
ADVÉRBIO (7º ANO A)
Advérbio
.Classe invariável que expressa circunstâncias.
Os advérbios se ligam a verbos, adjetivos ou outros advérbios.
Ex.:"O aluno estudou muito".(advérbio ligado ao verbo estudou),
"A mesa estava muito brilhante".(advérbio muito ligado ao adjetivo brilhante),
"O trabalho ficou pronto muito tarde".(advérbio ligado ao advérbio tarde)
Algumas circunstâncias expressas pelos advérbios:
• Tempo (sempre, amanhã...)
• Lugar (aqui, ali...)
• Modo (amavelmente, rapidamente...)
• Intensidade (tão, muito...)
• Afirmação (sim, realmente...)
• Negação (nem, não...)
• Dúvida (provavelmente, talvez...)
Locução adverbial
Duas ou mais palavras com valor de advérbio. Ex.: Rubens estava morrendo de medo. ( locução adverbial que expressa a circunstância de causa);
A bela mulher apareceu na porta. (locução adverbial que expressa a circunstância de lugar)
Atenção
Não procure decorar os advérbios ou locuções adverbiais. O que faz com que uma palavra pertença a uma classe é a relação que ela estabelece com as outras.
Por exemplo, a palavra meio pode ser advérbio, mas nem sempre o será.
Veja:
"Estava meio atrasado" (advérbio)
"Resolvi dar meia volta" (numeral)
"O meio universitário era favorável para a disseminação daquelas idéias" (substantivo)
Os advérbios se ligam a verbos, adjetivos ou outros advérbios.
Algumas circunstâncias expressas pelos advérbios:
• Lugar (aqui, ali...)
• Modo (amavelmente, rapidamente...)
• Intensidade (tão, muito...)
• Afirmação (sim, realmente...)
• Negação (nem, não...)
• Dúvida (provavelmente, talvez...)
Locução adverbial
Duas ou mais palavras com valor de advérbio. Ex.: Rubens estava morrendo de medo. ( locução adverbial que expressa a circunstância de causa);
A bela mulher apareceu na porta. (locução adverbial que expressa a circunstância de lugar)
Atenção
Não procure decorar os advérbios ou locuções adverbiais. O que faz com que uma palavra pertença a uma classe é a relação que ela estabelece com as outras.
Por exemplo, a palavra meio pode ser advérbio, mas nem sempre o será.
Veja:
"Estava meio atrasado" (advérbio)
"Resolvi dar meia volta" (numeral)
"O meio universitário era favorável para a disseminação daquelas idéias" (substantivo)
Fonte: http://apostilaportugues.blogspot.com.br/2011/02/adverbio.html
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Memória Literária: Como nos velhos tempos ( 8º ano C)
Como nos velhos tempos
(Aluna: Taynara Leszcgynski)
Os momentos passam, as pessoas se
vão, a vida muda, o progresso aumenta, e de minha tão amada
época só ficaram lembranças. Minha casa era pequena, um berço de humildade, construída com madeira lascada de pinheiro, não existia
energia elétrica, tínhamos apenas um lampião de querosene.
Éramos pobres, mas vivíamos num lar feliz, apesar das dificuldades em
até conseguir o que comer.
No quintal havia um paiol onde
guardávamos o pilão, feito de um tronco de madeira maciça escavada, onde socávamos amendoim para fazer paçoca. Tinha também
o monjolo d’água e a jorna, que usávamos para
fazer farinha e quirera.
Sempre após as chuvas minha mãe ia plantar na horta. Eu a acompanhava, levando a enxada, para ajudar a capinar. O cheiro de terra molhada e o azul do céu se misturavam com as cores dos ipês, despertando magia, e formavam uma aquarela de fantasia, que tomava minha mente e fazia de mim um pássaro, um menino livre, pronto para realizar meus sonhos.
Mal via a hora de chegar o domingo,
reunir meus amigos, esquecer do mundo e brincar.Nossas brincadeiras eram
simples, porém muito divertidas. Brincávamos de trilha, búlica, esconde-esconde, pular corda, lenço atrás, peteca feita com pena de
galinha e palha de milho, bocha com bola feita de tronco
de varaneira e carrinhos feitos de tabuinhas.
Às vezes meu pai e minha mãe iam
passear à casa de meus avós. Eu e meus irmãos íamos junto. A
viagem durava o dia inteiro, o percurso era longo, a estrada, cercada por uma bela mata ainda pura. Quando a escuridão já tomava seu lugar,
chegávamos. A lua clareava o céu, meu pai fazia uma
fogueira no meio do terreiro, eu e meus irmãos puxávamos uns bancos e sentávamos todos em volta da fogueira, observando as
estrelas e escutando as piadas, prosas e causos contados
por meu avô.
Quando alguém adoecia, minha avó
preparava seus chás; se não estivessem fazendo efeito, meu pai
calçava alpargatas e esporas, colocava os arreios no cavalo, e saía a galopar em busca de curandeiros ou benzedeiras. Para ir mais rápido, ele e seu
tordilho iam pelos carreiros do meio da mata, percorriam
longos caminhos até chegar ao destino.
Em meio a tantas dificuldades, até
hoje moro na cidade de Santa Maria do Oeste, as barreiras aos
poucos foram sendo enfrentadas e, com muita luta, vencidas.
De minha juventude, recordo-me bem;
jogava truco e pife nos torneios. Nos bailes, chimangos e quermesses podiam se ver todos os rapazes e as mocinhas embalados pelo
vaneirão e fandango. Eu tocava gaita, sanfona,
fazia chorar a viola, fazia gemer o fole da cordeona. Minha felicidade era ver a animação do povo, cantando, dançando,
divertindo-se.
Hoje minha alegria é sentar no banco
da varanda e tomar meu chimarrão. O vento assovia e traz a
saudade que me faz lembrar de minha querência, de minhas raízes, de minha religião.
Lembranças que estavam adormecidas
aos poucos vão despertando e renascendo em mim como em um
filme. A magia se mistura com a saudade e por um instante sinto como se ainda fosse criança. Mas eis que um forte impulso me puxa. É a
realidade que me avisa: “O passado não vai voltar”. Vejo
então que toda essa fantasia é fruto da imensa saudade queteima em me
perseguir.
E, como dizia uma velha música, “meu
chapéu é de palha, meu chicote é de couro. Sim, sou caipira filho
de canarinho, neto de sabiá”. Guardo essas minhas histórias em minha memória dentro de meu coração, pois espero que nossa cultura não morra e
que se renove de geração para geração. Coisa rara
em meio a tantas evoluções. Só desejo que o progressonão mate nossos
sentimentos, nem domine nossos corações.
(Texto baseado na
entrevista feita com o sr. José Leszcgynski, 66 anos.)
Professora: Julieta
Maria Cartelli Simon
Escola: Colégio
Estadual José de Anchieta • Cidade: Santa Maria do Oeste – PR
Após ler o texto, responda:
a)- De quem é a história contada
nesse texto?
_
3. Como era o lugar onde essa pessoa passou sua infância? Em que
cidade e estado ficava?
4. Apesar da pobreza, o menino era feliz e tinha sonhos?
Retire do texto um trecho que justifique essa afirmativa.
5.O domingo era um dia especial, por quê?
6. Na visita aos avós, qual momento era especial para toda a família?
7. O que sabemos sobre a juventude do narrador?
8.No texto o narrador fala de uma vida cheia de lutas, mas também sobre
suas alegrias ou felicidade. Cite dois motivos de alegria para cada etapa de
sua vida:
9.Relacione o penúltimo parágrafo com o título.
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